Algo triste e insuportável, ficar sem fazer nada, que tédio!
Nem sempre fazer nada é intediante, mas não ter nada pra fazer é chato.
Por exemplo, quando no trabalho, na escola ou até mesmo em casa, não tem nada pra fazer e não se quer ficar parado, é nesse instante que surge um tédio. Temos que ter medo desse tédio, pois ele nos traz um vazio e um dia que poderia ser agradável se torna chato e monótono.
Os homens são móbiles frágeis que balança de acordo com o vento da mudança, às vezes ele pode estar parado, estável, mas é só bater um vento e ele começa a balançar mudando o rumo de tudo.
Como no amor, um casal de namorados está indo bem no começo do relacionamento, mas a partir de algum tempo esse relacionamento cai na rotina por ser sempre a mesma coisa, não ter nada de diferente, então o casal para e pensa, "Será que o amor acabou?" resolvem terminar, a principio nenhum dos dois sente falta, mas a partir de um tempo o verdadeiro amor vem a tona junto com a saudade, e quando um resolve voltar o outro percebe que já não quer mais, que o amor já acabou, e com isso o amor daquele que quer voltar vai aumentando, apesar do amor ter se tornado impossível sem a correspondência do outro. A paixão surge no impossível, é a grande vontade de ter algo que não se pode ter.
Nesse exemplo, o namoro tornou-se intediante e quando acabou tornou-se impossível.
Karolina Silva - 3° M6
sábado, 1 de maio de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário